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Movimento grevista acontece porque os funcionários não estão conseguindo trabalhar, principalmente em Vicente de Carvalho, em função de agressões e roubos. Da Redação* Aproximadamente 100 carteiros que trabalham em Guarujá e no Distrito de Vicente de Carvalho, no litoral de São Paulo, definiram deflagrar um movimento grevista. Os funcionários do

Movimento demorou menos de 24 horas, porque a prefeitura local prometeu retomar as negociações.

Paralisação, por tempo indeterminado, foi deliberada após a prefeitura enviar proposta de reajuste à Câmara de Vereadores. Administração montou plano de emergência para manter 80% dos trabalhadores nos serviços essenciais.

São 1.200 trabalhadores, que reivindicam reajuste salarial de 8,26%, sendo 3,26% referentes à reposição da inflação dos últimos 12 meses e 5% de aumento real. Categoria aguarda rodada de negociação com a empresa.

A categoria reivindica reajuste salarial de 8,26%, sendo 3,26% referentes à reposição da inflação dos últimos 12 meses e 5% de aumento real. Estatal informa que ainda está em negociação.

Movimento de paralisação dos profissionais da categoria vai até quinta-feira, provocando atraso nas operações e no desembaraço de mercadorias no Porto de Santos

Os seis mil servidores municipais de Cubatão entram no 15º dia de greve, nesta quarta-feira, desde que o prefeito Ademário Oliveira mandou para a Câmara Municipal, seu “Pacote de Maldades”, que é composto de medidas que prejudicam o funcionalismo público.

Manifestações são contra corte de verbas de R$ 40 milhões e por mais investimentos em moradia estudantil e ampliação da política de cotas

Presidenta do sindicato da categoria diz que proposta de reajuste feita pelos bancos anula as conquistas dos últimos dois anos Da Redação Um balanço feito pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região mostra que 600 locais de trabalho, sendo 18 centros administrativos e 582 agências fecharam nesta

Em artigo, a professora Maria Izabel Azevedo Noronha, presidenta da APEOESP, critica “queda de braço” do governo Alckmin por proibir que os conteúdos que não foram ministrados durante a greve sejam repassados aos alunos