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A diretoria da Regional Santos, Baixada Santista e Vale do Ribeira do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo soltou, nesta segunda-feira (13) nota de apoio e solidariedade à greve dos servidores municipais de Santos. Leia a nota na íntegra aqui.

Prefeitura tucana não apresenta contraproposta e trabalhadores param a partir desta quinta-feira (09). Com a paralisação dos servidores, apenas serviços considerados essenciais, de acordo com a Constituição, serão mantidos em funcionamento.

Nesta quarta-feira (08) será a vez da paralisação do Departamento de Fiscalização Empresarial e Atividade Viária (Defemp) é que ficará fechado das 7 às 12 horas. Se a prefeitura não atender às reivindicações dos servidores, a greve será geral a partir da próxima sexta-feira (10). Veja nota dos servidores abaixo.

Cada dia será paralisado um setor diferente. Dia 09 a greve será geral. O presidente dos estatutários considerou “excelente” a participação dos servidores.

Se aprovado, como deseja o Palácio José Bonifácio, o município poderá ficar descoberto de agentes, por não haver tempo hábil para a abertura de editais, realização de licitação e contratação de novos agentes, especialmente para fazer o acompanhamento dos pacientes e para o combate ao mosquito Aedes aegypti.

A irresponsabilidade do prefeito resultará em 11 mil servidores parados nesta semana. Segundo o presidente do Sindicato dos Estatutários Municipais de Santos (Sindest), Fábio Marcelo Pimentel, a categoria vai paralisar cada dia um setor da Prefeitura, mas não divulgará quais serão esses locais para manter o efeito surpresa.

Leia aqui a segunda parte da entrevista da prefeita de Cubatão, Márcia Rosa, feita pelo jornalista Glauco Braga, para o blog Santos em Off.

Doria encarna desta vez o animador de auditório e lança o programa “Sua Nota Vale 1 Milhão”.

Direção estadual revolveu intervir, pois na contramão das outras cidades da região, tucanos em Diadema não elegeram nenhum vereador e nem o prefeito.

De acordo com o sindicato, “a decisão de parar parte da posição do governo de não apresentar nada de oferta. Portanto, vamos utilizar a semana após o Carnaval para mobilizar a categoria para a greve”.