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Ator suspeito de pedofilia é preso durante operação em Guarujá

Além do produtor cultural, um professor aposentado e um universitário foram os alvos no litoral de São Paulo da Operação Glasnost, deflagrada em todo o Brasil.

Além do produtor cultural, um professor aposentado e um universitário foram os alvos no litoral de São Paulo da Operação Glasnost, deflagrada em todo o Brasil.

Da Redação*

A segunda fase da Operação Glasnost, deflagrada em 51 cidades de 14 estados, prendeu três homens em flagrante por pedofilia pela Polícia Federal em Santos, no litoral de São Paulo, nesta terça-feira (25-7). Eles produziam e compartilhavam conteúdo na internet contendo abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes. Os investigados foram identificados a partir do monitoramento de um site russo, especializado no conteúdo ilícito.

Para um ator e produtor de televisão, de 53 anos, de Guarujá, havia uma ordem de prisão preventiva e de busca e apreensão. Na casa dele, os policiais encontraram e apreenderam “vasto” material contendo pornografia infantil, que vai ser periciado. Segundo a delegada Cassiana Saad de Carvalho, as investigações apontaram que existem “fortes indícios” de que o suspeito, além de compartilhar, também produzia conteúdo. Isto é, abusava sexualmente de menores e filmava os atos, cometidos desde 2010.

Em Santos, o alvo era um estudante universitário, de 22 anos. Contra ele havia uma ordem de busca e apreensão. Os policiais foram até a residência do investigado na cidade, mas o localizaram na casa dos pais, em São Paulo, onde acabou preso em flagrante. O rapaz, que está de férias da faculdade, foi detido pelos policiais por estar com material pornográfico infaltil, que também foi apreendido. As investigações, entretanto, ainda não apontaram que ele produzia conteúdo, que era compartilhado desde 2013.

Em Praia Grande, um professor aposentado, de 78 anos, foi alvo do terceiro mandado de busca e apreensão. Acamado, ele foi encontrado na residência de um familiar em Carapicuíba, também com imagens de abuso sexual contra crianças e adolescentes (foto). A polícia ainda não têm certeza se ele produzia conteúdo. “Apuramos que, enquanto professor, ele deu aulas para crianças, inclusive especiais, e que comprou produtos para camuflar filmagens [canetas]”, informou a delegada. Os crimes ocorrem desde 2009.

O aposentado e o produtor de televisão terão colhidos material genético para ser armazenado no banco de dados da Polícia Federal, por decisão judicial. O objetivo é verificar a eventual relação deles com outros casos envolvendo a exploração sexual de menores. Ainda de acordo com Cassiana, os mandados foram expedidos pela Justiça Federal em Santos e em São Vicente. As investigações da Polícia Federal na Baixada Santista ocorreram em paralelo à equipe do órgão em Curitiba (PR), que centralizou a operação Glasnost.

*Com informações do G1

Foto: Divulgação/Polícia Federal

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