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Baixada Santista fecha 7,6 mil vagas de emprego

Apenas no primeiro semestre, a região apresentou números abaixo dos registrados no restante do Estado de São Paulo e no Brasil. Os dados são do Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados (Caged).

Da Redação*

É fato que a crise econômica tem afetado o país inteiro, o que acaba comprometendo a geração de novos postos de trabalhos formais na Baixada Santista. Segundo informações do Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados (Caged), somente no primeiro semestre de 2017, as nove cidades, juntas, fecharam 7.642, em 2017. Das 63 microrregiões do Estado, 13 ainda possuem um balanço negativo de janeiro a junho deste ano.

Em primeiro lugar vem as cidades que compõem a área de Osasco (8.759), seguido de São Paulo (8.617). O terceiro posto é ocupado por Santos, que engloba seis municípios da região (Bertioga, Cubatão, Guarujá, Praia Grande, Santos e São Vicente – 6.845). Já a microrregião de Itanhaém aparece na nona colocação, com 792 postos de trabalho fechados no primeiro semestre deste ano. Esse grupo é formado por Itanhaém, Mongaguá e Peruíbe, além de duas cidades do Vale do Ribeira: Itariri e Pedro de Toledo.

Um fato que chama atenção ao se observar o cenário na regional, é que a localidade onde mais se fechou vagas foi Guarujá (2.250). Depois aparecem Santos (1.868), Praia Grande (985) e São Vicente (896). O setor mais atingido pela crise é o comércio, que representou pouco mais de um terço do saldo de postos fechados (2.609 – 34,14%). Na área de serviços, o balanço negativo foi de 2.327 (30,45%) e na construção civil, de 1.847 (24,16%).

Ao verificar o último mês, a Baixada Santista registrou um número maior de demissões do que de contratações, o que resultou no fechamento de 1.012 vagas. Somente Bertioga seguiu na contramão local ao registrar a criação de 251 postos. Esse número está diretamente relacionado à contratação de 84 técnicos de Enfermagem e de 23 enfermeiros.

Por outro lado, Guarujá fechou 475 vagas, em junho. O maior saldo negativo foi provocado pelo corte de auxiliares de escritório: foram 47 contratações e 163 desligamentos. Em Santos, foram contabilizados 393 fechamentos de vagas. A Cidade perdeu 51 operadores de caixas, 41 operadores de telemarketing, 41 pedreiros, 30 eletricistas de manutenção eletroeletrônica e 29 professores de Ensino Superior.

*Com informações de A Tribuna

Foto: Divulgação

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