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Manifestantes protestam na Baixada Santista

Trabalhadores iniciaram logo cedo manifestações marcadas para esta sexta-feira (30-6). Eles se posicionam contra as reformas da previdência e trabalhista.

Da Redação*

Centenas de sindicalistas e trabalhadores promovem, na manhã desta sexta-feira (30-6), uma paralisação geral em algumas cidades da Baixada Santista. Os manifestantes protestam contra as reformas da previdência e trabalhistas propostas pelo governo Michel Temer. Todas as vias foram liberadas por volta das 7h45. Os manifestantes devem ir à Praça Mauá, em Santos, no fim da manhã.

O primeiro local fechado pelos sindicalistas foi a Avenida Martins Fontes, na entrada de Santos, no litoral de São Paulo. Os manifestantes bloquearam o local por volta das 6 horas. Um grupo grande de pessoas se reuniu e, inclusive, moradores foram obrigados a descer de ônibus circulares que iriam em direção ao Centro da cidade. Por volta das 6h45, a Polícia Militar conseguiu que os sindicalistas liberassem uma faixa da via.

Os manifestantes também bloquearam, por volta das 6h30, duas faixas da Avenida Presidente Wilson, na divisa entre Santos e São Vicente. O bloqueio foi feito na pista sentido Santos. A Polícia Militar negocia para que os manifestantes liberem uma faixa para ônibus. Os sindicalistas também se reuniram na porta da Brasil Terminal Portuário, mas, até às 7 horas, eles não bloqueavam nenhuma das passagens de veículos e nem a entrada dos trabalhadores na empresa. Segundo informações da Polícia Militar, cerca de 30 pessoas se reuniram na Praça Visconde do Rio Branco, em frente à Alfândega, para protestar.

Estivadores

Paralelamente à paralisação geral das centrais sindicais, os trabalhadores do Porto de Santos iniciaram uma greve de 48 horas nesta sexta-feira. Segundo informações dos estivadores, a greve atinge os terminais portuários de contêineres Santos Brasil, Libra, Ecoporto e BTP. A paralisação é realizada, segundo os trabalhadores, pois o Sindicato Patronal dos Operadores Portuários do Estado De São Paulo (SOPESP) não negocia a data-base de maio da categoria desde 2015.

Petroleiros

Os petroleiros se reuniram por volta das 5 horas na Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão. Eles usaram faixas do movimento grevista para fechar as portarias da empresa. Além das reivindicações contra o governo Michel Temer, eles também são contra a atual administração da Petrobras. Eles afirmam que a empresa está sucateando as refinarias e descumprindo o acordo coletivo de trabalho.

*Com informações do G1

Foto: Sindicato dos Bancários

 

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