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Desempregados protestam por vagas de trabalho do Polo de Cubatão

Eles alegam que empresas não estão cumprindo o acordo de contratar trabalhadores da cidade e, assim, valorizar a mão de obra local.

Da Redação*

Um grupo de desempregados se reuniu, na manhã desta segunda-feira (12-6), em frente à Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), em Cubatão, na Baixada Santista. Eles pedem que as vagas de emprego na cidade sejam ocupadas por trabalhadores locais. É a segunda vez que eles fazem o ato em menos de um mês.

As empresas de Cubatão assinaram termo de compromisso junto à Comissão e Secretaria de Emprego concordando em contratar mão de obra de Cubatão e Baixada Santista. Entretanto, de acordo com os desempregados, as empresas não respeitam e continuam a contratar pessoas de outras regiões e estados. As vagas não são enviadas integralmente ao PAT e as empresas continuam recrutando por outros meios.

A Comissão dos Desempregados de Cubatão e Baixada Santista chegou, por volta das 6 horas, em frente à portaria 10 da RPBC. Segundo Ronaldo Queiroz, líder da Comissão, o problema continua o mesmo. “As empresas têm um acordo com a Comissão e o PAT, mas não vem respeitando. Eles trazem as pessoas de fora, colocam para fazer treinamento em domingo, em feriado e colocam para trabalhar de noite. Isso para poder driblar a situação que vem acontecendo na cidade”.

Os desempregados ficarão em frente a empresa para um posicionamento da companhia. Se não obtiverem uma resposta referente ao problema, segundo Queiroz, na quarta-feira, eles irão parar as portarias da RPBC. De acordo com o líder, o prefeito Ademário está apoiando os trabalhadores, mas os vereadores ainda não se manifestaram sobre o problema do desemprego dos moradores da cidade. “Queremos que o PAT, o trabalhador da cidade ou da região seja respeitado. Qualquer vaga que for gerada vai para o PAT, não para a mão da Comissão. A única coisa que a gente pede é que as empresas respeitem para o acordo, mandem para o PAT e contratem mão-de-obra local”, afirmou.

*Com informações do G1

Foto: Divulgação/Petrobras

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