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Servidores colocam à prova palavra de 16 vereadores de Santos

A Prefeitura deve enviar à Câmara Municipal uma nova proposta de reposição salarial, que já foi rejeitada pela categoria. 16 Vereadores se comprometeram com o Sindicato e com os trabalhadores que não aprovariam a proposta da prefeitura.

Por Glauco Braga do Santos em Off

Os servidores municipais de Santos têm mais um dia de greve e manifestações. A Prefeitura deve enviar à Câmara Municipal uma nova proposta de reposição salarial, que já foi rejeitada pela categoria. Caso aconteça a votação, pode ser tirada alguma conclusão. Quem realmente terá coragem de votar “sim” na proposta da Administração?

Na última quinta-feira, o prefeito Paulo Alexandre Barbosa esteve reunido com os vereadores aliados com o objetivo de conseguir o apoio na aprovação da proposta. Por outro lado, 16 representantes do povo se comprometeram com o Sindicato e com os trabalhadores que não aprovariam a proposta da prefeitura. São eles:

Adilson Júnior (PTB), Audrey Kleys (PP), Benedito Furtado (PSB), Antônio Carlos Banha (PMDB), Chico Nogueira (PT), Fabiano da Farmácia (PR), Fabrício Cardoso (PSB), Geonísio Pereira (PSDB), Kenny Mendes (PSDB), Lincoln Reis (PR), Manoel Constantino (PSDB), Roberto Teixeira (PSDB), Rui de Rosis (PMDB), Sergio Santana (PR), Telma de Souza (PT), Zequinha Teixeira (PSD). Apenas o vereador Ademir Pestana, um histórico governista, não se pronunciou.

O acesso às galerias deve ser controlado, tudo em nome de uma segurança que funciona conforme o interesse da direção da Casa do Povo. A proposta não repõe nem a inflação (5,35%). É um abono de 2% ao mês, no período de 1º de julho a 30 de setembro deste ano; abono de 5,35% ao mês, no período de 1º de outubro a 30 de novembro; incorporação dos 5,35% sobre os vencimentos, a partir de 1º de dezembro; e 5,35% no Auxílio Alimentação, retroativo a fevereiro; 5,35% na Cesta Básica, retroativo a fevereiro.

Esta proposta chega a ser pior do que à de Guarujá que ofereceu aos servidores 5,35% em cimas dos salários.

Os servidores se concentram a partir das 8 horas desta segunda -feira na Praça Mauá. Às 16 horas, todos se reúnem em frente à Câmara Municipal ( Praça Tenente Mauro Batista de Miranda, Vila Nova ) e aguardam ali o início da sessão.

Bertioga

A situação caminha para um impasse em Bertioga. O prefeito Caio Matheus (PSDB) lançou na folha de pagamento da categoria o reajuste de 3,5%, que havia sido rejeitado em assembleia realizada pela categoria.

O funcionalismo quer aumento de 7,87% – valor do reajuste do IPTU de 2017, que historicamente sempre balizou o aumento do servidor – e incremento do vale alimentação de R$ 152 para R$ 200.

O Executivo municipal foi informado sobre a rejeição da proposta por meio de ofício enviado à Prefeitura na quarta-feira (29), dia seguinte à assembleia. A atitude esperada pela categoria era uma nova proposta. Nesta sexta-feira (31), porém, a categoria foi surpreendida pelo aumento nos salários, por meio de um Ato Interno do prefeito.

A categoria vai esperar até a próxima sexta-feira, dia 7, por uma nova proposta por parte da administração municipal. Um assembleia acontece no dia 10 e, segundo o presidente do Sindicato dos Servidores da Cidade, se não houver uma nova proposta a greve pode ser decretada.

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