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Prefeitura qualifica adesão à greve como “inexpressiva” e tenta confundir para explicar

A greve dos servidores municipais de Santos entra no seu oitavo dia útil nesta segunda-feira. A Prefeitura da Cidade continua tratando o movimento dos trabalhadores em alguns setores como uma “adesão inexpressiva”, apesar da adesão ao movimento crescer a cada dia.

Por Glauco Braga do Santos em Off

A greve dos servidores municipais de Santos entra no seu oitavo dia útil (descontados dois finais de semana), nesta segunda-feira, e a Prefeitura da Cidade continua tratando o movimento dos trabalhadores em alguns setores como uma “adesão inexpressiva”, expressão corrigida posteriormente nos textos oficiais pelo Secretário de Comunicação Luiz Dias Guimarães por “baixa”. Os funcionários públicos se concentram novamente a partir das 8 horas, na Praça das Bandeiras, no Gonzaga.

Por outro lado, as informações desencontradas com o intuito de confundir correm soltas. A Prefeitura de Santos tenta qualificar a greve como abusiva e que o sindicato dos trabalhadores não mantém equipes mínimas nos serviços essenciais.

Paulo Alexandre Barbosa quer que a Justiça obrigue a volta ao trabalhado de 80% dos servidores e que sejam impedidas as manifestações de rua, que, por sinal, têm reunido milhares de pessoas todos os dias. Atitudes que demonstram o lado truculento do prefeito.

Outra informação distorcida que tentam enfiar goela abaixo da população e que é amplamente divulgada pelo veículos de comunicação é que a Educação é um serviço essencial como a Saúde. Não é, nem existe lei que comprove isso.

Enquanto os gênios em seus gabinete acreditam que a categoria vai ser vencida pelo cansaço e insistem na reposição de 0% nos salários, o movimento cresce e se organiza ainda mais. A conferir.

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