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Uma Cidade em greve e uma Câmara acovardada

A greve dos servidores municipais de Santos prossegue e o estrago na classe política da Cidade está feito. Prefeito, vereadores, deputados estaduais e federais estão chamuscados e desmoralizados diante dos trabalhadores e da população santista. Publicamente, apenas Telma de Souza e Chico do Settaport apoiam o movimento. Os outros 19 vereadores continuam ao lado do prefeito santista e de costas para os servidores.

Por Glauco Carvalho do Santos em Off

A greve dos servidores municipais de Santos entra no sétimo dia útil (descontados o sábado e domingo passados) e o estrago na classe política da Cidade está feito. Prefeito, vereadores, deputados estaduais e federais estão chamuscados e desmoralizados diante dos trabalhadores e da população santista. Infelizmente, com raras exceções, temos uma classe politica que se acovarda diante de situações extremas.

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Servidores chegam em passeata na Câmara de Santos

Os vereadores de Santos continuam com essa conversa mole que se chegar um Projeto de Lei na Câmara propondo reajuste zero nos salários dos funcionários públicos, ele será devidamente rejeitado. O prefeito Paulo Alexandre Barbosa não cometeria tamanha idiotice, pelo menos é o que penso.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Flávio Saraiva, presidente do Sindiserv e a vereadora Telma de Souza

A realidade é que a greve está aí e a adesão só aumenta. Publicamente, Telma de Souza e Chico do Settaport apoiaram o movimento. Os outros 19 vereadores continuam ao lado do prefeito santista e de costas para os servidores.

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Chico e Telma de Souza

Os discursos feitos na porta da Câmara Municipal foram apenas pra jogar para a plateia. Por sinal, a vereadora Audrey Kleys que se elegeu defendendo a Educação e os educadores pedia ajuda desesperadamente a seus assessores para fazer um discurso apaziguador, sem criticar o prefeito, mentor da sua candidatura.

Outro ponto negativo foi a criação de dificuldades para que os manifestantes entrassem nas galerias da Câmara. Alegando um suposto cuidado com a segurança, só permitiram a entrada de 80 pessoas. Sem contar com  o “batalhão” de guardas municipais, uns 50, zelando pelo patrimônio. Um detalhe: na posse dos vereadores em janeiro, havia umas 300 pessoas nas galerias. A segurança só existe quando interessa ao poder.

 

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