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Prefeitura não apresenta propostas e greve dos servidores de Santos prossegue

A greve dos servidores de Santos, no litoral de São Paulo, completa oito dias nesta quinta-feira (16). Os funcionários se concentraram na Praça Mauá, no Centro de Santos. A paralisação dos serviços é por tempo indeterminado e é coordenada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Santos (Sindserv) por conta da falta de reajuste salarial. A prefeitura de Santos ainda não apresentou nenhuma proposta.

Da Redação com Informações do G1

A greve dos servidores de Santos, no litoral de São Paulo, completa oito dias nesta quinta-feira (16). Os funcionários se concentraram na Praça Mauá, no Centro de Santos. A paralisação dos serviços é por tempo indeterminado e é coordenada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Santos (Sindserv) por conta da falta de reajuste salarial. A prefeitura de Santos ainda não apresentou nenhuma proposta.

De acordo com o Sindserv, a greve irá continuar por conta do posicionamento do prefeito de Santos de não dar reajuste aos servidores. “É lamentável. Como a gente já tem divulgado, a prefeitura tem orçamento. Vamos ter nosso salário reduzido. Se continuar assim, chegaremos em mais de 10% de perda salarial no fim do ano. A prefeitura não quer dialogar, está faltando com a verdade, está com um caixa gordo para contratar mais empresas terceirizadas”, afirma o presidente Flávio Saraiva.

A Prefeitura de Santos não apresentou nenhuma nova proposta nesta quarta-feira.

Histórico

A decisão pela greve foi tomada por mais de 600 trabalhadores presentes na assembleia realizada no dia 23 de fevereiro em resposta ao anúncio do governo de não querer reajustar os salários. Na última quinta-feira (9), os servidores iniciaram a greve por volta das 8h e os serviços públicos foram paralisados. Os funcionários se concentraram na Praça Mauá e fizeram duas passeatas, tanto na quinta-feira como na sexta-feira (10).

Nesta segunda-feira (13), os manifestantes se reuniram na Praça das Bandeiras e percorreram a avenida Ana Costa. O prefeito de Santos, no litoral de São Paulo, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), no mesmo dia, falou que a prefeitura não tem recursos para conceder o reajuste salarial pleiteado pela categoria, e que isso só será possível a partir do segundo semestre, caso a situação dos cofres públicos melhore. No mesmo dia, a prefeitura entrou na Justiça para garantir que 80% dos servidores públicos compareçam aos serviços municipais essenciais nas áreas da educação, assistência social e saúde.

Já na terça-feira (14), mesmo com chuva, os funcionários públicos se reuniram na Praça Mauá e continuaram protestando e batendo panelas tanto nas escadarias do Paço Municipal como também durante uma passeata que ocorreu nas ruas do Centro de Santos. Na quarta-feira (15), os manifestantes se reuniram na Praça da Bandeiras e fizeram duas passeatas pela avenida Ana Costa.

 

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