Home»REGIÃO»Baixada Santista»Prefeitura tucana de Santos não faz contraproposta e servidores devem parar em março

Prefeitura tucana de Santos não faz contraproposta e servidores devem parar em março

De acordo com o sindicato, “a decisão de parar parte da posição do governo de não apresentar nada de oferta. Portanto, vamos utilizar a semana após o Carnaval para mobilizar a categoria para a greve”.

Da redação com Informações da Tribuna de Santos

Em assembleia realizada na noite desta quinta-feira (232), os servidores municipais de Santos resolveram parar, caso a Prefeitura não atenda as reivindicações da categoria. Os profissionais, ligados ao Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Santos (Sindserv) pede a recomposição da inflação acumulada nos últimos 12 meses (5,35%), além de um aumento real de 8%.

O vice-presidente do Sindserv, Cássio Canhoto, informou que a Administração Municipal está com a pauta da Campanha Salarial desde novembro e, desde então, não convocou o sindicato para negociar.

“A decisão (de parar) parte da posição do governo de não apresentar nada (de oferta). Portanto, vamos utilizar a semana após o Carnaval para mobilizar a categoria para a greve”.

O sindicalista disse saber que o secretário de Gestão, Carlos Teixeira Filho, o Cacá Teixeira, ficou de apresentar uma proposta salarial ao Sindicato dos Servidores Estatutários Municipais de Santos (Sindest) no próximo dia 2 de março. “Se não for a inflação ou acima, nem vamos convocar assembleia”.

Segundo Canhoto, é “inadmissível” que o governo de Santos não recomponha o salário dos servidores. “Ele (prefeito Paulo Alexandre Barbosa – PSDB) está reeditando o primeiro ano de mandato em 2013, quando disse que o reajuste seria zero. Mobilizamos, paralisamos por um dia e ele ofereceu 8%”.

O sindicalista diz que “infelizmente já esperava esse tipo de atitude” e nenhuma negociação. “Propõem o rebaixamento salarial. Esse é o governo da terceirização e que desvaloriza o trabalho do servidor”.

Por fim, Canhoto convocou a categoria a abraçar a causa. “Sem luta não vamos conseguir nenhum reajuste, valorização de salário e nem melhores condições”.

A Tribuna On-line entrou em contato com a Prefeitura, mas não obteve resposta.

Comentários

Comentários

TJ-SP pede prisão de Edinho, filho de Pelé. Ele deve se entregar hoje

Estratégia de segurança de Alckmin na baixada santista para o verão falha e crimes explodem