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Construção civil perdeu quase 500 mil postos de trabalho em 2016 em São Paulo

Com Michel Temer no Governo Federal, Alckmin no estadual e, agora, João Doria em São Paulo, não há economia que resista. A construção civil terminou o ano de 2016 com 414 mil postos de trabalho a menos no país, segundo o SindusCon-SP (sindicato da construção civil de São Paulo).

Da Redação

Com Michel Temer no Governo Federal, Alckmin no estadual e, agora, João Doria em São Paulo, não há economia que resista. Lá vem a propalada locomotiva da nação descarrilando e, consequentemente, como dizia o velho e bom Moraes Moreira, lá vem o Brasil descendo a ladeira.

A construção civil terminou o ano de 2016 com 414 mil postos de trabalho a menos no país, segundo o SindusCon-SP (sindicato da construção civil de São Paulo).

Na comparação com 2015, o emprego no setor teve queda de 14,33%.

O presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto bem que alertou o governo, mas não foi ouvido.

“Desde o início de 2016 alertávamos que chegaríamos a mais de 1 milhão de demitidos desde o início da crise, se o governo não adotasse medidas emergenciais para estimular a construção civil”, comenta o presidente. “E com exceção do Programa Minha Casa, Minha Vida, não vemos, no curto prazo, outras iniciativas que levem a contratações de mão de obra para setor.”

Essa é a 27ª baixa consecutiva. De outubro de 2014 a dezembro de 2016, mais de 1,08 milhão de trabalhadores da construção perderam o emprego. O setor terminou o ano com 2,489 milhões de trabalhadores.

 

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