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Base de Alckmin na Assembleia derruba requerimentos para investigar chacinas

Comissão de Direitos Humanos rejeitou pedidos de audiências e convocações de autoridades da Segurança Pública para falar sobre as investigações de crimes cujos principais suspeitos são policiais militares
 
Da Redação

Os deputados estaduais que compõem a base do governo Geraldo Alckmin na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa impediram a realização de audiências e debates com o secretário de Segurança Pública, Alexandre Moraes, e com o comando da Polícia Militar de São Paulo.

Na tarde desta quarta-feira, dia 28, os parlamentares rejeitaram todos os requerimentos que previam a convocação dos representantes do estado para prestarem esclarecimentos sobre as providências quanto a chacina cometida no dia 13 de agosto em Osasco e Barueri e sobre os homicídios de 7 de setembro, envolvendo policiais militares, no bairro Butantã, em São Paulo.

Os deputados – Coronel Telhada (PSDB), Cezinha de Madureira (DEM), Adilson Rossi (PSB), Martha Costa (PSD), Ramalho da Construção (PSDB) – votaram contra os requerimentos. O presidente da Comissão, Carlos Bezerra (PSDB), acompanhou o voto contrário dos companheiros de sua bancada.
 
O requerimento sobre a audiência pública para apurar dados dos casos de mortes e violência na chacina de Osasco era de autoria dos deputados petistas Márcia Lia, Marcos Martins, Beth Sahão, Alencar Santana, Ana do Carmo, José Américo e Luiz Fernando. Solicitava a presença do secretário Alexandre Moraes, do delegado Seccional de Osasco Dr. Mauro Guimarães Soares; da diretora do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa), Elisabete Sato; da Corregedoria da PM, do Condepe (Conselho Estadual de Direitos Humanos); do Ministério Público Estadual e da Procuradoria Geral da Justiça.
 
Já a convocação de representantes do estado para esclarecer as providências adotadas em relação aos homicídios de 07 de setembro, envolvendo policiais, era de autoria de Márcia Lia e do deputado João Paulo Rillo.

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