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Secretário nega a existência de “rapas” da GCM contra moradores de rua

Apreensões de objetos pessoais e até remédios e muletas foram relatadas por militantes de direitos humanos

Da Redação

O secretário municipal de Segurança Urbana, Ítalo Miranda Junior, negou a existência de rapas com a participação da Guarda Civil Metropolitana na capital paulista. Ele respondeu a um ofício sobre o assunto do vereador Toninho Véspoli (PSOL).

Segundo Miranda, a atuação da guarda “é pautada em planejamento operacional, dentro das ações previstas nos Programas de Proteção e não realiza a apreensão de objetos ou pertences pessoais de moradores de rua”.

Ele afirma ainda que a função da guarda é assegurar “o suporte para que os agentes das Subprefeituras realizem suas atividades de limpeza e higienização do local”. E destaca que as ações são sempre acompanhadas por assistentes sociais.

Diversos militantes de direitos humanos – entre eles, o padre Julio Lancelotti, da Pastoral do Povo da Rua – denunciam os rapas cometidos por integrantes da guarda, inclusive com a apreensão de roupas, livros, remédios e até muletas.

Véspoli apresentou um projeto para obrigar a prefeitura a fazer um termo de apreensão. Segundo a proposta, além de justificar a atitude, os agentes públicos precisam indicar onde os objetos podem ser retirados depois.

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