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Acusado de estupro, estudante de Medicina pode ser impedido de colar grau

O estudante, que não teve o nome divulgado, aguarda relatório da Congregação da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Fmusp) para saber se será considerado culpado

Por Guilherme Franco

Acusado de estupro por três estudantes durante uma festa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, um estudante da universidade pode ser impedido de colar grau e concluir o curso.

Apesar de já ter cumprido todos os créditos, ele aguarda relatório da Congregação da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Fmusp), órgão máximo da entidade, para saber se será considerado culpado. A decisão sai nesta quinta-feira (9).

O aluno, que não teve o nome divulgado pela Fmusp, foi convidado a depor em uma das sessões da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Universidades, da Assembleia Legislativa de São Paulo, mas não compareceu.

CPI ajudou nas investigações

A CPI das Universidades foi criada para investigar violações dos direitos humanos em trotes e festas de universidades do estado de São Paulo. Após 83 dias de investigações, 37 audiências e mais de 100 pessoas ouvidas, foi produzido um relatório final de 194 páginas, nas quais foram relatadas uma série de barbaridades vividas no mundo acadêmico paulista.

Um dos pontos mencionados no relatório é a suspeita de 112 estupros ocorridos apenas na Universidade de São Paulo (USP) nos últimos dez anos.

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