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Triplex do Lula no Guarujá? É mentira d’O Globo

O jornal publicou, na semana passada, uma matéria que acusava o ex-presidente de receber um triplex de luxo no litoral paulista, passando na frente de 3 mil pessoas que ainda esperavam o imóvel; a verdade é que Dona Marisa  – e não Lula – tem a cota de um apartamento, que não é triplex, não foi entregue ainda e que segue as mesmas condições dos demais cooperados

Por Redação

“O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já pode passar o “reveilon” na Praia das Astúrias, no Guarujá, área nobre do litoral Sul de São Paulo. De sua ampla sacada, poderá ver a queima de fogos, que acontece na orla bem defronte do seu prédio, feito pela OAS, empresa investigada pela Operação Lava-Jato”. Assim começa a matéria do jornal O Globo da semana passada que tenta acusar Lula de receber, na frente de outras 3 mil pessoas, um triplex de luxo no Guarujá, no litoral paulista.

O Instituto Lula, no entanto, divulgou nesta sexta-feira (12) uma nota contando toda a verdade sobre o caso e desconstruindo a versão do jornal carioca.

Em primeiro lugar, o apartamento é simples, e não um triplex, e está no nome de dona Marisa, e não de Lula. Em segundo lugar, dona Marisa comprou uma cota do apartamento em 2005 através de cooperativa da Bancoop, com previsão de entrega para 2007. Como o empreendimento atrasou, abriu-se um processo em que os cooperados podem, agora, pedir o ressarcimento dos valores ou adquirir um dos apartamentos.

Ou seja, Lula não passou na frente de ninguém e nem tem o apartamento (que não é triplex) em mãos. Assim como os demais cooperados, poderá adquiri-lo ou ainda abrir mão.

Para o jornal O Globo, no entanto, o filho do ex-presidente já estaria, inclusive, tocando uma cara reforma no imóvel que a família ainda nem tem as chaves.

Confira a íntegra da nota do Instituto Lula:

Dona Marisa Letícia Lula da Silva adquiriu, em 2005, uma cota de participação da Bancoop, quitada em 2010, referente a um apartamento, que tinha como previsão de entrega 2007. Com o atraso, os cooperados decidiram em assembleia, no final de 2009, transferir a conclusão do empreendimento à OAS. A obra foi entregue pela construtora em 2013. Neste processo, todos os cooperados puderam optar por pedir ressarcimento do valor pago ou comprar um apartamento no empreendimento. À época, Dona Marisa não optou por nenhuma destas alternativas esperando a solução da totalidade dos casos dos cooperados do empreendimento. Como este processo está sendo finalizado, ela agora avalia se optará pelo ressarcimento do montante pago ou pela aquisição de algum apartamento, caso ainda haja unidades disponíveis. Qualquer das opções será exercida nas mesmas condições oferecidas a todos os cooperados.

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