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Sabesp admite que água pode acabar em “meados de novembro”

Presidenta da empresa afirmou que não comunicou antes, à população, sobre a crise hídrica, pois “não podíamos falar da gravidade da situação”

Por Redação

Em depoimento à Câmara Municipal na manhã desta quarta-feira (15), a presidenta da Sabesp, Dilma Pena, informou que caso a seca continue, a água acabará em São Paulo em “meados de novembro.”

A afirmação, que chega dez dias após o primeiro turno eleitoral e conflita com a afirmação do governador reeleito Geraldo Alckmin (PSDB), que reiteradas vezes prometeu que não faltaria água em São Paulo.

Segundo Dilma, a população não foi comunicada da crise hídrica e das consequências para o estado pois a Justiça Eleitoral teria proibido peças publicitárias usando a palavra “seca”.

“Não podíamos usar a palavra ‘seca’.  Só alertar para a economia. Não podíamos falar da gravidade da situação”, afirmou Dilma Pena. Em depoimento confuso, a gestora da Sabesp chegou a afirmar que se o racionamento tivesse sido implementado no começo do ano, hoje a crise seria maior.

O argumento foi combatido pelo vereador Nabil Bunduki (PT). “Como é possível você ter menos água com racionamento do que sem racionamento?”

 

 

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