Apoiador de Bruno Covas tem até amanhã para explicar origem de dinheiro apreendido
A Polícia Federal encontrou R$ 100 mil em espécie e 16 cheques em posse do servidor público Mário Welber, enquanto ele embarcava no aeroporto de Congonhas; o valor segue retido até que o caso seja esclarecido
Por Redação
A Polícia Federal de São Paulo determinou que o servidor público licenciado Mário Welber, apoiador da campanha de Bruno Covas no interior paulista, explique até sexta-feira (10) sobre a origem dos R$ 100 mil em espécie e 16 cheques apreendidos com ele na semana passada. Enquanto isso, a quantia segue retida.
Segundo foi apurado, Welber embarcaria com o dinheiro em uma mala para a cidade de Rio Preto (SP), quando foi abordado pela PF no aeroporto de Congonhas. Na ocasião, ele afirmou que teria ido à capital para a compra de um carro, mas, como a negociação não deu certo, estava voltando com o valor.
A assessoria de Bruno Covas, eleito deputado federal pelo PSDB no último domingo (8), divulgou uma nota comentando o fato. No texto, admitiu que os cheques levados por Mário Welber eram da campanha de Covas, assinados pelo contador e endereçados ao coordenador político Ulysses Terceiro.
Segundo a assessoria, os cheques se destinavam a pagamentos de prestadores de serviço, estavam contabilizados e dentro da prestação de contas da campanha. Porém, disse que o dinheiro em espécie fazia parte de “compromissos particulares” de Welber, que se prontificou a prestar quaisquer informações necessárias às autoridades.
Foto de Capa / Site Oficial Bruno Covas
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