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Como é difícil a vida dessa elite branca europeia em SP. Nem Alckmin salva!

Depois de reclamar do preconceito e discriminação que sofre, por ser uma minoria de pele clara, dona de cafeteria na Vila Madalena fecha o estabelecimento, motivo: Acabou a água. “Acredito que seja um racionamento não avisado”

Por Redação

Isabela Raposeiras, proprietária de uma cafeteria na Vila Madalena, zona oeste de São Paulo, conhecida por reclamar do preconceito e discriminação sofrida pela “elite branca europeia”, foi obrigada a fechar seu estabelecimento. O motivo é a falta d’agua.

“Acredito que seja um racionamento não avisado”, disse Isabela à Veja. “Eu não sou contra racionamento, é digno, já tinha que ter feito muito antes”, criticou a proprietária da cafeteria.

Na manhã desta quarta-feira (30), Isabela publicou em seu perfil no Facebook: “No water. No warning from Sabesp…Até amanhã, então, porque hoje não vai ter café na Vila Madalena.”

Isabela já havia recorrido ao Facebook para fazer uma reclamação muito peculiar, em junho. Segundo a empresária, ela seria parte integrante de uma “elite branca europeia”, uma minoria que é alvo de preconceito e discriminação.

“Não sentirei vergonha pelas minhas conquistas, pelo meu status social, pela minha pele branca. E minha empresa, certamente, faz muito do que o governo deixa de fazer, ajudando famílias, fazendo doações e, especialmente, pagando dignamente – fornecedores e funcionários”, bradou a indignada empresaria que agora parece estar mais tolerante com a falta d’agua que não a deixa acumular riqueza.

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  • Vou perguntar uma coisa pra essa senhora que se diz elite, branca e européia: em quem ela votou?
    Quanto a ser discriminada, seguramente não é por ser branca, porque eu também sou e entro em qualquer biboca de qualquer favelão na hora que for necessário. Garanto que ninguém vai me tratar diferente lá, só porque eu sei ter o devido respeito com as pessoas que ali vivem, não me colocando a princípio como superior a ninguém por causa da minha cor de pele ou da marca do meu carro.
    Nem mesmo por ser elite ela é discriminada, ela deve pensar que a ralé aqui embaixo inveja sua condićão privilegiada, mas isso também é um engano.
    Os brasileiros não são afeitos a isso.
    Se ela se sente discriminada, deveria rever seus conceitos, suas atitudes, fazer uma auto-analise sincera e profunda, despida de preconceitos. As pessoas não querem sua caridade. Querem dignidade, respeito e somente isso basta.
    Mesmo se a discriminam é porque no fundo sabem que a “elite” – coincidentemente branca, que pensa ser européia – em São Paulo é fundalmente fascista, retrógrada, preconceituosa, racista, homofóbica e se esconde atrás de um aparato policial violento, de seus carros blindados e condomínios murados, e se recusa a ver a realidade de que esta mesma “elite” é a grande causa e mantenedora de todas as mazelas nesse país. Sem excessão.
    E ainda acha que votando em candidatos da direita – retrógrada e fascista – está garantindo a lei, a ordem, a estabilidade fiscal, a moral, os bons costumes, o raio que o parta!
    Só está perpetuando um sistema econômico e político fascista, excludente, sexista, preconceituoso, racista, violento e fundalmentalmente criminoso.
    Lembre-se, senhora: quem cala, concente.

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