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MPF ameaça com “medida judiciais” se Alckmin não implementar o racionamento

Em ano eleitoral, o governador tem fugido do assunto “água” como o diabo da cruz, mas pode ser obrigado a se curvar diante da crise

Por Redação

Mais uma vez o governador Geraldo Alckmin (PSDB) foi alvo de contestação pública de sua gestão. Após a Human Rights enviar uma carta cobrando o tucano por torturas, agora o Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo a recomendou que o governo paulista implemente o racionamento de água em São Paulo.

A mesma recomendação se estendeu à Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). O MPF ameaça adotar “medidas judiciais” se a recomendação não for acatada pelo governo paulista.

O MPF entende que somente com a implementação de um sistema de racionamento é possível evitar um colapso no estado. Dessa forma, o órgão deu um prazo de dez dias para que o governo e a Sabesp enviem os projetos que expliquem como será a implementação do racionamento no estado.

A justificativa para a cobrança pública por medidas que visem conter a escassez de água é um estudo Universidade Estadual de Campinas, que apontam para uma seca total em menos de 100 dias. O Sistema Cantareira atende 45% da região metropolitana da capital paulista.

Um dos graves problemas da gestão de Alckmin é a crise hídrica. O governador tem fugido dos questionamentos e evita até mesmo cogitar a ideia de racionamento, com medo do impacto que a notícia teria nas urnas.

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