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Estudantes da USP querem cotas raciais

Cerca de 600 pessoas fizeram um ato na avenida Paulista para pedir mais políticas de inclusão na universidade que consideram elitista 

Por Redação 

Organizado pelo Núcleo de Consciência Negra da Universidade de São Paulo, o “Ato Unificado por Cotas Raciais e Sociais na USP” trouxe cerca de 600 pessoas à avenida Paulista, nesta terça-feira (24).

A partir das 17h os manifestantes se reuniram no vão livre do Masp e depois seguiram em passeata até a praça Roosevelt, no centro. Todo o trajeto foi acompanhado por policiais militares de bicicleta.

Ao som de tambores, os estudantes reivindicaram por mais políticas de inclusão, tanto raciais quanto sociais, na Universidade de São Paulo. Eles consideram a faculdade elitista e o vestibular segregatório e, por isso, a quantidade de negros e pobres na instituição é tão baixa.

A USP não adotou a lei federal de cotas, que prevê 50% das vagas do vestibular, de acordo com a população de cada Estado, para cidadãos que se consideram pretos, pardos e indígenas. A instituição paulista trabalha apenas com sistemas de bonificação.

Uma nova manifestação está marcada para acontecer na próxima segunda-feira (30), mas dessa vez para protestar contra a situação ambiental do campus da USP Leste, interditado desde janeiro deste ano por suspeitas de contaminação.

 

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