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Pressionado, Robson Marinho tira licença

Conselheiro do TCE, que foi indicado por Mário Covas, é acusado de receber U$$ 2,7 milhões de propinas da Alstom

Por Redação

Pressionado, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Robson Marinho, pediu sua licença-prêmio de sete dias.

Marinho já não trabalhará nesta quarta-feira (4), quando ocorre a sessão do Pleno da Corte de Contas. Segundo o Ministério Público de São Paulo, o conselheiro do TCE recebeu U$$ 2,7 milhões em propinas da multinacional Alstom.

Em troca, Marinho teria favorecido a Alstom nos contratos de privatização setor energético de São Paulo, no ano de 1998.

O ex-chefe da Casa Civil de Mário Covas está sofrendo pressão para que deixe o cargo. Dentro do TCE, outros conselheiros estão pedindo que Marinho abdique de sua posição.

O MP-SP revelou uma conta secreta de Marinho, em Genebra, com saldo de U$$ 3.059 milhões, um patrimônio incompatível com seus ganhos como conselheiro do TCE.

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