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Metroviários jogam a bola para Alckmin: Lucro ou transporte para o povo?

Categoria vai oferecer, mais uma vez, ao governo, a possibilidade de não haver greve desde que as catracas estejam livres para os usuários. Qual o governador escolherá?

Por Redação

Na noite desta terça-feira (27), os metroviários farão mais uma assembleia geral para analisar a proposta salarial oferecida pelo Metrô. Se for rejeitada, a categoria deve determinar uma data para que a greve comece. A paralisação, porém, pode ser evitada se o governo de São Paulo liberar as catracas e não cobrar a tarifa dos usuários.

“Se o governo do Estado está preocupado com a Copa, com a circulação das pessoas, com todo o movimento, nós temos uma alternativa: trocamos a greve pela catraca livre”, afirmou, em entrevista ao R7, o presidente do sindicato, Altino Melo Prazeres.

Segundo o sindicalista, os metroviários se comprometeriam a trabalhar normalmente durante as negociações. “Porque aí seria uma pressão para o governo e a gente não atrapalharia ninguém. Mas se o governo não aceitar, aí não dá. Tem que ter algum tipo de pressão. No limite, nós vamos ter greve”, encerrou Altino.

O impasse foi corroborado na audiência de conciliação entre os Metroviários e o Metrô, realizada no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), na tarde da última segunda-feira (26).

A Justiça sugeriu que aumento salarial seja de 9,5%, o que desagradou os trabalhadores, que querem chegar aos 15% de reajusta. A proposta do Metrô, porém, está bem distante dos dois cenários, é de 5,2%.

Comentários

Comentários

  • Devan silva

    Ai sim e justo !!!!
    se não aceitar
    greve para tudo!!!!!
    Eu apoio…..
    catraca livre….

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