Home»REGIÃO»Capital»Após se entregar à polícia, João Paulo Cunha pede autorização para trabalhar

Após se entregar à polícia, João Paulo Cunha pede autorização para trabalhar

O deputado federal já informou que não renunciará ao mandato e quer ser liberado durante o dia para manter atuação parlamentar

Da Redação

João Paulo Cunha durante o lançamento de sua publicação "A Verdade - Nada mais que a Verdade". (Foto: Linha Direta)
Cunha no lançamento de sua publicação “A Verdade – Nada mais que a Verdade”. (Foto: Linha Direta)

Depois de se entregar à polícia na última terça feira (4) e ser levado para a Penitenciária da Papuda, em Brasília, o deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP) pediu a autorização da Vara de Execuções Penais para poder sair do presídio durante o dia para exercer sua função como deputado e estudar.

O requerimento será encaminhado ao Ministério Público, que decidirá se concede a João Paulo a solicitação.

O deputado federal foi condenado a 9 anos e 4 meses de prisão no processo do mensalão por corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro em regime fechado. Como a condenação por lavagem de dinheiro será analisada em recurso – tecnicamente, embargo infringente -, ele deve cumprir inicialmente 6 anos e 4 meses em regime semiaberto.

João Paulo, no entanto, descarta a possibilidade de renunciar ao seu mandato, que já é o quinto como deputado. Um dos fundadores do PT em Osasco (confira aqui a trajetória política de João Paulo) e importante líder do partido, o deputado lançou no mês passado a publicação “A Verdade, Nada Mais Que a Verdade”, na qual, através de provas que estão nos autos do processo, desconstrói as acusações que o condenaram.

O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, também condenado no mesmo processo, conseguiu autorização e pode sair do presídio para trabalhar. O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu tenta ainda a liberação para poder trabalhar em um escritório de advocacia em Brasília.

Comentários

Comentários

Em São Paulo, foram libertados 24% dos trabalhadores escravos do Brasil

Propina paga por Alstom/Siemens pode chegar a R$ 197 milhões