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Carro é a maneira mais cara de se deslocar em São Paulo

Utilizar automóvel na capital paulista só vale a pena se o mesmo custar menos que R$30 mil e se o proprietário rodar mais que 17km diariamente

 Da Redação

Automóvel particular é o meio de transporte mais caro em São Paulo (Foto: Fernando Stankuns / Flickr)

O transporte individual é o meio de transporte mais caro para se deslocar na capital paulista. O preço do combustível, o valor do estacionamento e o trânsito paulistano são fatores que encarecem o uso do automóvel como forma de transporte.

Segundo cálculos do professor da Fundação Getúlio Vargas, Samy Dana, só vale a pena ter um carro em São Paulo se ele custar até R$ 30 mil e se o proprietário rodar mais de 17km por dia, tanto com gasolina, como com álcool. Do contrário, é mais vantajoso financeiramente que o paulistano utilizar táxis para se locomover na capital paulista.

A estudo foi realizado a pedido do jornal Folha de S.Paulo. No site do jornal, o leitor pode verificar se vale a pena ter um carro para se deslocar pela cidade ou se é mais vantajoso para o motorista utilizar o serviço de táxi, de acordo com o porte do veículo, o combustível utilizado e a distância percorrida diariamente,

O estudo levou em consideração o preço médio dos combustíveis na capital paulista. Para a gasolina, foi adotado o valor de R$ 2,80, e para o álcool o  valor de R$ 1,94. Além dos gastos com os combustíveis, o estudo também incluiu nos cálculos: as despesas com manutenção, estacionamento, seguro, IPVA e licenciamento dos veículos.

“A cultura da mobilidade individual e o uso excessivo de automóveis pioram a qualidade de vida da população, especialmente nas grandes cidades. E, como destaca a notícia a seguir, dependendo da situação ainda é a opção mais cara para o cidadão, mesmo se comparada ao uso frequente de táxis. Tal prática é uma das principais responsáveis pela poluição do ar e pelo aquecimento global, além de ser fonte de poluição sonora e de desperdício de tempo em congestionamentos. Priorizar alternativas como o transporte público, a bicicleta ou a caminhada possibilita a melhoria da circulação de pessoas na cidade e aumenta a qualidade de vida de todos”, comentou o Instituto Akatu, que defende o consumo sustentável, sobre o estudo de Samy Dana.

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