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Movimentos de luta por moradia ocupam prédios no centro de São Paulo

Cerca de 3 mil pessoas ocuparam nove imóveis em defesa do repasse das áreas para moradia popular

Da Redação

(Foto: Rodrigo Luna/Brasil de Fato)

Na madrugada desta segunda-feira (3),  movimentos sociais ocuparam nove áreas, em São Paulo, pertencentes à União, reivindicando a liberalização dos locais para moradia popular. Um dos locais pertence ao INSS e outro ao Banco do Brasil. A ocupação foi feita por cerca de 3 mil pessoas.

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Cinco áreas já foram desocupadas, mas os sem-teto pretendem permanecer nas outras quatro até o fim das negociações com representantes do governo. Foi marcada uma reunião para a próxima terça-feira (4).

“O objetivo é cobrar agilidade nos repasses das áreas para os movimentos sociais. Queremos que essa questão avance porque a discussão já vem desde o início do governo Lula”, disse Gegê, um dos líderes do Movimento por Moradia do Centro.

Dentre as quatro áreas ainda ocupadas, duas ficam em São Paulo, nas regiões de Cidade Dutra e Bela Vista. Uma fica em Cajamar, na região metropolitana, e outra na cidade de Campinas, no interior do estado.

Os representantes dos movimentos sociais se queixam da burocracia, apontada como principal obstáculo para a liberação das áreas para a moradia popular. “Nós sabemos que todos os movimentos sofrem em função da burocracia do Estado e essa ação unificada é muito importante”, afirmou Osmar Borges, coordenador da Frente de Luta por Moradia (FLM). Uma das áreas, localizada no centro da capital, na avenida 9 de Julho, tem sido objeto de discussão há 20 anos.

 Com informações da Rede Brasil Atual

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